Uma chuva fina e calma cai lá fora, enquanto me encontro no canto do meu quarto fissurando as paredes, em busca de qualquer saída que me tire daqui e me leve para qualquer lugar distante de toda a mágoa que me cerca.
É deprimente o estado em que me encontro... Será esse o meu fim? Ainda deve haver chances para mim, mas como crer nisso quando eu não paro de afundar.
Eu estou afundando junto com meus medos e as minhas lembranças, com as minhas feridas dilaceradas, que queimam, que me corroem. Eu sei que preciso voltar a superfície, mas como voltar?
- Bruna.
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